Confundo-me aos dias, esses que me consomem por completo por acreditar que sou mutável...
Dias completos, fracionados pelas circunstâncias... Pessoas completas fracionadas pelo acaso. Não é pelo triste acaso que moldo-me a você, porque das tristes lembranças, você me viu nú e acreditou que era real.
Escorria pela tua boca, toda e qualquer defeito que eu fizera transparecer.
Por querer te conhecer, horas decepcionava-me, mas reconhecia-me no teu olhar e estes eram muitos... Muitas vezes queria gritar por não saber chorar, e ou, chorar porque gritavas. E eu sentia-te, doce e sutil, pessoa indelicada, porém sincera!
Carinhos recíprocos que eu sentia a toda hora e as horas passavam e os carinhos tranformavam-se em abraços e estes, ainda melhores, em conversas!
Triste, ensaiava meus primeiros versos e das nossas conversas, ensaiava o além de uma afinidade, porém ainda sem nome...
E a amizade gritava dentro de mim e a saudade não cabia dentro do meu peito... O silêncio compreendia-me e eu em espera tornei-me o paciente. Respirei profundamente por alguns dias e percebi que faltavam-me partes essenciais, partes que tu roubaras de nossos momentos à dois.
Percebi que do triste acaso, dentro de pessoas fracionadas e em dias fracionados pelas circunstâncias, compreende àquelas que vão além e esperam mais das pessoas, tornando-se especiais por acreditarem que somos mais do que possamos ser. Sinceras e confidentes do incomum, somos os nossos sentimentos em deveras mutáveis.
Somos a reciprocidade de nossos atos. Tornamo-nos à quem nos espelhamos, atraídos pelo mistério de encontrar-se noutro alguém, opiniões contrárias porém mesmos ideais. Pessoas que admiram-se, não importando o lugar, nem tão pouco o momento, apenas valorando os sentimentos.
E no íntimo, apenas queremos dizer: Olá, eu estou aqui! Como é bom estar com você!
Acalento a minha existência com um boa noite... Te adoro!
Dias completos, fracionados pelas circunstâncias... Pessoas completas fracionadas pelo acaso. Não é pelo triste acaso que moldo-me a você, porque das tristes lembranças, você me viu nú e acreditou que era real.
Escorria pela tua boca, toda e qualquer defeito que eu fizera transparecer.
Por querer te conhecer, horas decepcionava-me, mas reconhecia-me no teu olhar e estes eram muitos... Muitas vezes queria gritar por não saber chorar, e ou, chorar porque gritavas. E eu sentia-te, doce e sutil, pessoa indelicada, porém sincera!
Carinhos recíprocos que eu sentia a toda hora e as horas passavam e os carinhos tranformavam-se em abraços e estes, ainda melhores, em conversas!
Triste, ensaiava meus primeiros versos e das nossas conversas, ensaiava o além de uma afinidade, porém ainda sem nome...
E a amizade gritava dentro de mim e a saudade não cabia dentro do meu peito... O silêncio compreendia-me e eu em espera tornei-me o paciente. Respirei profundamente por alguns dias e percebi que faltavam-me partes essenciais, partes que tu roubaras de nossos momentos à dois.
Percebi que do triste acaso, dentro de pessoas fracionadas e em dias fracionados pelas circunstâncias, compreende àquelas que vão além e esperam mais das pessoas, tornando-se especiais por acreditarem que somos mais do que possamos ser. Sinceras e confidentes do incomum, somos os nossos sentimentos em deveras mutáveis.
Somos a reciprocidade de nossos atos. Tornamo-nos à quem nos espelhamos, atraídos pelo mistério de encontrar-se noutro alguém, opiniões contrárias porém mesmos ideais. Pessoas que admiram-se, não importando o lugar, nem tão pouco o momento, apenas valorando os sentimentos.
E no íntimo, apenas queremos dizer: Olá, eu estou aqui! Como é bom estar com você!
Acalento a minha existência com um boa noite... Te adoro!

4 comentários:
OlÁ FERNANDO.
ADOREII O SEU BLOG... MUITO BEM ESCRITO E APAIXONANTE.
PARABÉNS!
SEREI SUA SEGUIDORA.
SE VC ME PERMITIR, POSSO COPIAR ESSE PARAGRAFO PRA MIM?
BEIJÃO!
"Carinhos recíprocos que eu sentia a toda hora e as horas passavam e os carinhos tranformavam-se em abraços e estes, ainda melhores, em conversas!
Triste, ensaiava meus primeiros versos e das nossas conversas, ensaiava o além de uma afinidade, porém ainda sem nome..."
FERNANDO ESSE COMENTÁRIO ANÔNIMO É A HELEN DA ATENTO.
BEIJOS
Vc consegue ler pensamentos? Acho que sim...Lê e dps transforma em maravilhosos textos. Vc conseguiu sintetizar o que passo! Mais uma vez parabéns!!! Adoro seus textos e vc! Bjs.
Acho que tem alguém apaixonado! rsrs Adorei o texto Fê, arrasou.
Postar um comentário