Por ventura, reclinei-me na mureta, cadeira invisível, e no balançar de minha infância, embalei-me à repousar em tua cama.
Entre um gole e outro, borbulhava-me, à refrescância que de minha boca saía. Estava disposto a aventurar-me nas tuas palavras, firmes e fortes, habilmente proferidas no íntimo de um olhar desnudo. A sede de vida ainda era forte e teu seio cabia-me, ou o que de meu olhar a faria!
Nutria-me de teus odores, camuflados em essências perfumadas de óleos, sedosa pele, escorria por entre lábios a minha fruta favorita.
Tateava teus pés e nelas as tuas andanças, meus dedos a percorrerem a tua face num encontro de lábios, culminando em conchinhas...
Pensava possuir mares enquanto eles ainda eram infinitos, finito, passei a admirar o céu porque ainda não me haviam dito que eles eram finitos.
Céus que adquiriram uma pluralidade porque de vários ângulos os vi e eles, diferentemente, faziam-me pensar às estrelas.
Pensamentos distantes, mas perto estávamos nós, para com ternura, dizermos um para o outro. Te amo! Diziam teus olhos, no teu olhar lançado! Não cabia palavras dizíamos e ou imaginávamos. Entre olhares... Sorrisos.
Meneava teus cabelos, teus loiros, cacheados, meus desejos... Ruivos e curtos, o seu desejo era meu desejo!
Pairava pensamentos planejados à dois. Confidências, juras de amor eterno! Ja diziam os poetas, clemência às juras eternas!
De que vale os sentidos, se não pudermos experimentá-los e, no libertar de corpos, arder nossas almas, unindo-nos á nossa paixão!
Dedicado á Marcela Gironi Calsavara.
Entre um gole e outro, borbulhava-me, à refrescância que de minha boca saía. Estava disposto a aventurar-me nas tuas palavras, firmes e fortes, habilmente proferidas no íntimo de um olhar desnudo. A sede de vida ainda era forte e teu seio cabia-me, ou o que de meu olhar a faria!
Nutria-me de teus odores, camuflados em essências perfumadas de óleos, sedosa pele, escorria por entre lábios a minha fruta favorita.
Tateava teus pés e nelas as tuas andanças, meus dedos a percorrerem a tua face num encontro de lábios, culminando em conchinhas...
Pensava possuir mares enquanto eles ainda eram infinitos, finito, passei a admirar o céu porque ainda não me haviam dito que eles eram finitos.
Céus que adquiriram uma pluralidade porque de vários ângulos os vi e eles, diferentemente, faziam-me pensar às estrelas.
Pensamentos distantes, mas perto estávamos nós, para com ternura, dizermos um para o outro. Te amo! Diziam teus olhos, no teu olhar lançado! Não cabia palavras dizíamos e ou imaginávamos. Entre olhares... Sorrisos.
Meneava teus cabelos, teus loiros, cacheados, meus desejos... Ruivos e curtos, o seu desejo era meu desejo!
Pairava pensamentos planejados à dois. Confidências, juras de amor eterno! Ja diziam os poetas, clemência às juras eternas!
De que vale os sentidos, se não pudermos experimentá-los e, no libertar de corpos, arder nossas almas, unindo-nos á nossa paixão!
Dedicado á Marcela Gironi Calsavara.

2 comentários:
Faltam-me palavras para agradecer... Te amo basta? Zilhões de bjs, meu grande e eterno amor!
Olá Fernando, olha eu aqui a me deliciar com teu talento, com teus poemas!
Voltarei com tempo, pra apreciar e comentar suas poesias...Tá tarde, e eu só quis deixar a marquinha da minha passagem por aqui...
Incrivel...parece que foi ontem que a gente conversava sobre poesia, e outras bobagens, lembra ?? Saudade de vc, meu amigo, quando volta ao Brasil?
Beijinhos da amiga de sempre...Lu...
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